Mariana Almeida Panzo, de 32 anos de idade, que residia no bairro do São Pedro da Barra, município do Hoji-Ya-Henda, deu entrada no hospital Dr. António Agostinho Neto, no município do Hoji-ya-Henda, no dia 15 de Setembro, com o filho menor de 05 meses que apresentava problemas de infecção da pele.
Minutos depois, Mariana terá supostamente passado mal e, foi-lhe administrado um balão de soro, causando-lhe uma inflamação no braço que, na tarde de quarta-feira, 22, evoluiu para óbit0, depois de ser transferida para o hospital Maria Pia.
Cristina Almeida Panzo, irmã, disse que, no passado dia 15, no período da manhã, a malograda sem o consentimento dos irmãos, levou o seu filho menor de cinco meses, identificado por Paulinho Panzo ao centro de saúde Dr. António Agostinho Neto, vulgo Ana Paula, localizado na rua da Pedreira, bairro acima mencionado.
Já no hospital, a mãe terá supostamente passado mal e foi-lhe administrado um balão de soro.
Quando regressou à casa, Mariana explicou à mãe o sucedido e, a posterior, apresentou apenas a receita do menor.
Passados três dias o braço da vítima começou a inflamar. Por ser final de semana, a família aguardou na esperança de que o braço desinflamasse.
Mas devido às dores e o inchaço que persistiam, na segunda-feira, 21, a família retornou ao hospital. Lá, a malograda foi reconhecida pelos estagiários que a teriam administrado o soro.
“O braço da minha irmã estava todo inflamado, parecia de uma pessoa obesa; ficou escuro e o lugar onde foi colocado o soro fez ferida e saía bastante água.
O nosso erro foi não ter feito uma imagem, porque não pensamos que o pior iria acontecer”, reconheceu.
Cristina diz ter domínio da saúde e afirma que quando a borboleta é mal colocada, provoca inflamação no braço (hematoma), porque, o líquido deixa de correr pelas veias e passa para o músculo.
A Mãe, identificada por Catarina Mateus, acrescentou que na sexta-feira, 18, a filha já não falava mais, apenas fazia gestos. No domingo, a situação piorou, o braço e os dedos estavam todos inflamados, tendo orientado que, na manhã seguinte, o irmão voltasse com a ma*lograda até ao hospital para saber que tipo de soro lhe foi administrado.
Na segunda-feira, assim que retornaram ao centro de saúde, a ma*lograda foi atendida e observada e, de seguida, transferida para o hospital Maria Pia, mas acompanhado de estagiários e um responsável do hospital.
No Josina Machel, o médico questionou o que terá se passado, mas os estagiários tentavam escamotear a verdade, tendo, de seguida, o Dr. perguntando pelos familiares da vítima, que forneceram detalhes do que terá ocorrido.










